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Café com o Sensei

Pensamentos e comentários do Sensei Jorge Kishikawa




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    29-set-2014

    13ºTBEK 1 - Resultados

    RESULTADOS DO 13º TBEK
    Torneio brasileiro por Equipes de Kobudô


    Kenjutsu Sem Bogu

    1º Erick  (Santos)
    2º Germano (Ribeirão Preto)
    3º Larissa (Belém)

    Kir Jovem
    1º  Equipe Itto
        - Tiago (São Paulo)
        - Hiro (São Paulo)

    2º Equipe Nitto
        - Fuji
        - Alexandre (São Paulo)

    3º Equipe Itto
        - Raphaela (Santos)
        - Takemitsu (São Paulo)

    Kir Jovem Sem Bogu
    1º Ichiro (São Paulo)
    2º Akira (São Paulo)

    Jojutsu
    1º - Ivan (juiz de Fora) e Cortes (Rio de Janeiro)
        - Pinheiro (rio de Janeiro) e Hideo (São Paulo)
        - Bergamini (Porto Alegre) e Rodolfo (Recife)

    2º - Marques (São Paulo e Kimura (São Paulo)
        - Joyce (São Paulo) e Toshi (São Paulo)
        - Impieri (Rio de Janeiro) e Akio (São Paulo)

    3 º - Holschuh (Americana) e Danilo (Campinas)
         - Gardenal (Ribeirão Preto) e Guerreiro (Ribeirão Preto)
         - Kodama (Tatuapé) e  Campelo (Ribeirão Preto)

    3º - Drawin  e Fonseca (Minas)
        - Massao e Márcia (São Paulo)
        - Cadu (Braslília) e Bianca (Curitiba)
    Iaijutsu
    1º - Gilberto (Adm)
        - Zambon (São Paulo)
        - Ivan (Juiz de Fora)
        - Dembergue (Piracicaba)

    2º - Drawin (Belo Horizonte) 
        - Brasil (Vitória)
        - Tatiane (Sorocaba)
        - Toshi (São Paulo)
        - Humberto (Santos)

    3º - Cavalcante (São Paulo)
         -Guilherme (Campinas)
         -Delfino (São Paulo)
         -Hiromitsu (São Paulo)

    Kenjutsu Feminino
    1º Equipe Nitto
         - Márcia (São Paulo)
         - Kate (Sorocaba)

    2º Equipe itto
       - Bianca (Curitiba)
         - Mariana (Santos)

    3º Equipe itto
         - Ana Lúcia (São Paulo)
         - Tatiane (Sorocaba)
         - Naomi (São Paulo)

    Kenjutsu Masculino 0 a 5º Kyu
    1º Equipe Nitto
        -  Radha (São Paulo)
        - Neves (Santos)
        - Humberto (Santos)
        - George (Santos)
        - Ekman (São Paulo 

    2º Equipe Nitto 
        - Fábio (Sorocaba)
        -  Pinheiro (Rio de Janeiro)
        - Regis (São José dos Campos)
        - Cavalcante (São Paulo)
        - Siqueira (Santos)

    3º Equipe Itto
        - Fusari (Campinas)
        - Del Vechio (Ribeirão Preto)
        - Bergamini (Porto Alegre)
        - Souza (Volta Redonda)

    Kenjutsu Masculino 4º e acima
    1º Equipe Itto
        - Gilberto (Adm)
        - Jeffernson (São Paulo)
        - Ivan (Juiz de Fora) 

    2º  Equipe Itto
        - Estevão (São Paulo)
        - Numa (Uberlandia)
        - Demberg (Sorocaba)

    3º Equipe Naguinata
        - Delfino (São Paulo)
        - Webber (Santo André)



    18-set-2014

    HIDENSHO 51 - Nenhum Golpe

    Desta vez não consegui acertar os 10 golpes consecutivos.
    ¨No mínimo frustrante. O aluno devia ser habilidoso¨- pensará você.
    A verdade que não era aluno, mas aluna.
    E olhe que não encaixou nenhum:


    ¨A natureza possui uma regra básica para os carnívoros: para que um animal sobreviva, outro deve morrer. O predador desenvolve técnicas infalíveis para comer e permanecer vivo, enquanto a presa... Bem, a presa corre.

    Em um momento do último treino, Sensei pegou as duas espadas e as apontou na minha direção. Esse Kamae (posição de combate) se chama Nito Migi Waki, uma postura de combate contra a qual nunca lutei. Portanto, minha primeira reação foi estudar o Kamae em busca de pontos abertos. Como não obtive sucesso na busca, tentei encontrar um meio de desarmar o Kamae atacando, mas todas as tentativas resultavam em contra-golpes certeiros.

    A luta seguia e os resultados das minhas tentativas de ataque eram cada vez mais frustrantes. De repente, o Sensei preparou o Kamae e começou a caminhar em minha direção lentamente. Naquele momento ele parecia extremamente ameaçador e eu, por instinto, recuei.

    Era um rato diante de uma cobra, consciente do bote certo, buscando desesperadamente uma saída, mas com os olhos fixos nos olhos de seu predador, temendo que qualquer desvio de olhar desencadeasse o ataque. Enquanto o roedor recuava, ainda tentava buscar um meio de desarmar o bote. A concentração no ataque era tão grande que só percebeu que estava encurralado quando sentiu a parede em suas costas.
    Desabei.¨-
    Tais (Unidade Porto Alegre) 


    12-set-2014

    HIDENSHO 50 - Vislumbre Magico

    Quando algum segredo (Hiden) nos é passado de forma não verbal, uma sensação de plenitude, espanto e até de felicidade nos preenche. Um vislumbre mágico. A descoberta da pedra filosofal.
    Sempre que passei por estes momentos, fico imaginando o quanto fui abençoado por ter descoberto esta senda de guerreiros samurais e o sentimento de gratidão brota do fundo do coração...
    Estes momentos são difíceis de serem transcritos, mas hoje temos a sorte de ter algumas palavras de um aluno, também faixa preta de karate, que habilmente conseguiu expor momentos deste ¨vislumbre mágico¨.
    Foi anteontem, no treino de Jojutsu:



    "Shitsurei Shimasu, segue o relato sobre o que senti quando me foi aplicado o Tsukizue:

    Preparação
    Confesso que estava com dificuldade para me focar naquele dia, inclusive no treino de Jô e levei alguns belos Uchikotês de Jô do Sensei para acordar.
    Depois de ter muitos detalhes corrigidos da minha postura, corte e atitude, o Sensei começou o movimento do Tsukizue.

    O Primeiro Golpe
    No começo, olhei para os olhos do Sensei mas logo senti meus olhos puxados para o movimento "vagaroso" e preciso de seus braços. Enquanto estes alcançavam a altura do ombro, voltei meus olhos aos do Sensei e a última coisa que vi foi uma súbita mudança na expressão e no ki do Sensei, e um golpe ligeiro começando: minha visão tremeu e recuei três passos instintivamente. Foi uma energia invisível intensa me sobrepujando e meu corpo gritou para que eu recuasse, como se uma fera tivesse aparecido subitamente na minha frente. Meu espírito foi totalmente quebrado antes que o primeiro movimento do Sensei tivesse se completado. Mesmo depois do movimento, meu coração estava acelerado e levei alguns segundos para acalmar minha respiração.

    O Segundo Golpe
    Na segunda vez, em que me preparei melhor para levar o golpe, também não consegui conter o espanto. Embora não tenha recuado como da primeira vez, meu corpo tremeu e tentou se jogar para trás. Mesmo se o corpo não recuou, o espírito o fez. Entendi que não fui surpreso pelo medo de uma fera que de repente apareceu, mas por algo que estava na na minha frente e que eu sabia que estava por vir.

    O que me foi mostrado naquele dia foi um segredo do caminho que não pode ser entendido só de ser simplesmente contado, e quero entendê-lo algum dia.
    Um tempo atrás, li em um café que "Jô é combate" e achei que havia compreendido. Depois desse treino, acredito que começo a ter uma ideia do significado." 
    - Akio (Unidade Ana Rosa)


    10-set-2014

    Santos 2 - Por um Futuro melhor

    Voltei de Santos satisfeito e contente.
    Palavras não são suficientes para se fazer sentir, mas podem traduzir este sentimento:
    Alunos emocionados com o crescimento do grupo; resolutos em continuar da direção correta do Caminho;
    determinados em lutar por melhorar mais e mais a Unidade Santos.
    Esta nova geração é uma grande promessa para o futuro.
    E veja se não é:


    "É emocionante ver a unidade de Santos crescendo a cada dia e ouvir do Sensei que tudo isso é devido a persistência não só minha como de todos os irmãos de espada que ingressam na unidade de Santos, só posso agradecer ao Sensei esperar o surgimento de novos samurais em Santos." - Tengan







    "Cada segundo que passamos com o Sensei nos garante continuar na direção correta do Caminho. A convivência com o Sensei é necessária para a lapidação do samurai existente em cada um de nós." - Siqueira








    "Vamos botar em prática tudo que o Sensei nos orienta todos os dias e fazer com que o Niten cresça cada vez mais, com nossos alunos lutando para num futuro estarem no nosso lugar também ajudando outros jovens a melhorar como pessoas!" - Neves

    09-set-2014

    Santos 1 - Rimos bastante

    O sábado deste fim de semana foi agitado.
    Mesmo sendo uma manhã fria (e talvez a última deste ano) onde o termômetro marcou o seus 12 graus na Unidade Vila Mariana/templo Nikkyoji, os alunos compareceram ao asageiko (treino da manhã).
    A turma das 07:30, do Katori, pôde vivenciar um pouco do Kangeiko (treinamento de inverno) realizados no Japão.
    Iai, Kenjutsu e Kir Jovem aqueceram o dojo e "matando" o frio.
    Findo o treino, peguei o carro e descemos a Serra. Aqui no Niten, quando falamos em "serra", temos a Serra da Cantareira e a Serra do Mar. Desta vez, foi a Serra do Mar.
    Destino: Unidade Santos.
    Foi um dia que, apesar do "bate-volta", rimos bastante.
    Veja:


    "Ver o Sensei pela primeira vez, nesses primeiros meses desde que ingressei no Instituto Niten, me deu ainda mais força de vontade em trilhar o Caminho." - Erick







    "Achei que a energia das pessoas do treino estava elevada e que todos estavam empenhados em fazer o melhor e o correto." - Hada (Unidade Santos)





    "Para mim uma certeza: Treinar, treinar e treinar! Isso é o mínimo que posso fazer pelo Sensei e compa nheiros do Niten. Meu esforço, assim como de todos, ajuda o aprimoramento da técnica, da serenidade, da segurança (evitando acidentes e sapinhos) e o fortalecimento do dojo."  - Humberto (Unidade Santos)






    "Já tive a oportunidade de viajar com o Sensei e treinar como um visitante, desta vez pude ver o "outro lado", treinar como um anfitrião, junto a todos que treinam em Santos. 
    Certamente aprendemos muito neste dia, pois as correções do Sensei são capazes de iluminar nosso entendimento das técnicas e nos fazer focar ainda mais. Mesmo não tendo colocado o bogu completo aprendi muito, não só da parte técnica mas também da maneira de passar essas técnicas aos que estão iniciando o caminho.
    Agradeço ao Sensei, a Sensei e os meninos pela visita. 
    Suamos, gritamos, levamos bronca, aprendemos e rimos bastante.
    Realmente foi uma ótima tarde!"
    - Hideki

    01-set-2014

    Religião e Niten

    Dizemos no Niten que ao receber o 5º kyu, faixa laranja, aqui no Niten o aluno fez o seu"batismo".
    Entrou no portal. Acabou a moleza
    Doravante será um Caminho não só de flores, mas com espinhos, pedras e ladeiras íngremes.
    Independente de religião ou crença, este "batismo" tem como objetivo torná-lo ciente e responsável pelo resgate e manutenção da tradição dos guerreiros samurais, onde ego ou preguiça não têm a sua vez nem lugar.
    E, quando o aluno é adepto de alguma religião, seja ela budista, católica, candomblé, muçulmana ou qualquer outra, ao treinar no templo dos Samurais, ele se torna mais forte como guerreiro e mais fervoroso em sua fé. 
    Sem deixar de lado a compaixão e tolerância com todos. 

    O Niten ajuda na fé e vice e versa.
    Confira no depoimento de um recém graduado faixa laranja em Kenjutsu:



    "Entrei no Niten no mesmo ano em que me converti ao Islam e posso dizer que meu amadurecimento como muçulmano se deu juntamente com meu caminho no Niten.

    Não só em questões de conduta, mas até mesmo de metodologia. Temos de exemplo a preservação do conhecimento que nos chega através do Sensei e tem uma linha de transmissão ininterrupta até o Musashi Sensei. Da mesma forma funciona na religião, onde o professor que nos ensina aprendeu com outro professor, e essa linha segue até chegar ao profeta Muhammad (saws). Sem contar o quanto os Momentos de Ouro me ajudam a assimilar algo na religião, e vice-e-versa.
    De qualquer forma vejo que ambos os caminhos tem foco na preservação da dignidade humana, e posso dizer que o Niten me ajudou a ser moderado. 
    Difícil achar um exercício que mantenha corpo, mente e espírito saudável como faz o kenjutsu.

    E assim está sendo meu caminho, com a permissão de Allah. Todo louvor a Allah, o Senhor dos mundos.

    E ao Sensei, Domo Arigatou Gozaimasu"
      - Igor (Unidade Sumaré) 




    Niten na Igreja Matriz de Santo Antônio - Tiradentes MG

    27-ago-2014

    Vamos ver no que Dá

    Há uma certa ansiedade para todo aquele que resolve iniciar em alguma prática marcial.
    E com razão.
    Diferente de ser apenas um jogo sem consequências, esta pode sair cara: uma lesão ou algo deste gênero.
    Outro aspecto é que em muitos locais, vai ter de rolar no tatame com "pitbuls" ou mestres arrogantes. Nada agradável mesmo.
    O cúmulo do surreal chega ao ponto de que em regiões longínquas das grandes capitais , se chega a permitir uma luta "livre" entre você (que acabou de se inscrever) e um faixa marrom. Surreal.
    Sendo assim, convido a você  assistir então a ver o que se passa aqui no Templo dos Samurais (e não uma academia).
    Um lugar onde você aprende a viver como a água, lutar como o Fogo e respirar como a Árvore.
    Como nos mostra o vídeo, "Vamos ver no que Dá":


    14-ago-2014

    Cuspir na Porcelana

    Hoje vou lhe dar um conselho através das palavras de um jornalista que esteve aqui comigo:

    "Durante a semana que passei treinando em São Paulo, lembrei de diversas situações passadas que adquiriram novas luzes para orientar o futuro.

    Em uma delas, após uma apresentação na Livraria Cultura de Brasília, uma moça se aproximou de um dos monitores e o cumprimentou. "Gostou da apresentação?" Ele perguntou à pessoa que era sua conhecida. Ela respondeu "muito bonita. Pena que seja tão belicista". Diante dá expressão pasmada do monitor, ela começou a desfiar um discurso sobre estímulo a violência, etc.

    Difícil explicar o que é a espada que dá a vida a quem não está preparado para consumir o biscoito fino que é oferecido a quem faz o caminho. E quem o trilha muitas vezes não entende. Assim são os casos de quem, talvez feridos no próprio ego, não percebem que esta parte de nós mesmos é o verdadeiro inimigo. E atolados na lama da autocomiseração se revolvem acreditando se libertar e estimulam a espiral de ódio que determina a roda maldita que gira sempre no mesmo lugar.

    O Sensei afirma:
    -"Não tem consciência de que este é o caminho da infelicidade, e do fundo de sua frustração tentam cuspir na porcelana que os alimentou".
    - Cunha (Unidade Brasilia)


    Porcelana do período Meiji - doado pelo Shihan Otake Risuke - acervo do Sensei



    Falando em uma linguagem simples: Não são todos que compreendem o verdadeiro caminho.
    Os que não compreendem são como mulheres que são levadas no "papo" pelas palavras dóceis daquele sedutor. Perdem tempo em treinamentos exaustivos que levam a colecionar medalhas e graduações. E, quanto mais se graduam, menos deixam de viver. A família, os filhos, os netos e até a religião é esquecida (longe de falar como um monge). Quando acordam (e se acordam), perceberam que os seus 20 anos se foram à toa.
    Também há os que (e você haverá de lembrar alguma cena de algum filme hollywoodiano) como aquela mulher abandonada, continuam correndo atrás e caluniando aquele seu ex-companheiro.

    Mas então, por que isto ocorre, se ela já está com o outro?
    Das duas uma: ou porque ela ainda gosta do ex (o que não tem jeito), ou porque o outro não é tão bom assim (não satisfaz plenamente?), pois se assim fosse já teria deixado de lado. Seria uma mulher feliz...

    Seja lá o que for, são todos atos indignos de infelizes "cuspindo" na porcelana que os alimentaram.

    Ouça com atenção esta música e cuide-se para não ser infeliz e não ser alvo desta piada:



    ¨andando em linhas tortas¨

     


    13-ago-2014

    Gashuku 4 - Estaca zero

    "Rever o Sensei após 10 anos desde o meu primeiro contato com o Kenjutsu foi voltar no tempo.
    Percebi que, mesmo passados tantos anos, a filosofia, a cultura e, principalmente, os ensinamentos transmitidos pelo Sensei Jorge Kishikawa, permanecem inalterados. O que muda é o tempo, os acontecimentos em torno de nossas vidas. Porém, durante os dois anos iniciais do NITEN em Sorocaba, mesmo tendo me afastado dos treinos devido ao meu trabalho, o que retive de conteúdo e estratégia nos treinos me foram muito úteis no cotidiano, fosse em nível profissional como pessoal.

    Para quem não está acostumado com a cultura japonesa, nem sempre ouvir as palavras de quem tem o que dizer, podem ter um significado maior, até porque em nossa cultura Ocidental, uma grande parte despreza a reflexão interior que promove mudanças em nós mesmos. Isto porque nem sempre queremos reconhecer nossas falhas como o primeiro caminho a ser seguido.

    Hoje treinando Iaijutsu, ao ser avaliado pelo Sensei, tive um bom desempenho inicial, mas por um erro na empunhadura da espada, voltei à estaca zero. Nada mais justo. O olhar clínico do Sensei não deixa escapar nada. Portanto, se cometo um erro fatal a vida nos ensina que podemos não ter uma segunda chance senão estivermos atentos ao oponente.

    E foi assim que, entre uma ponte separando os 10 anos do início dos treinos com o momento atual,
    percebi que a cultura Niten em muito acrescentou ao meu modo de viver, pensar e agir. Mas ainda é preciso aprender mais e ouvir as sábias palavras do Sensei.

    Domo Arigato gozaimashita¨
    - Galhardo - Unidade Sorocaba



























    12-ago-2014

    Gashuku 3 - Novidade

    "Acredito que o goshinjutsu foi uma novidade para muita gente. Quando eu via os senpais(veteranos) treinando, tinha muita vontade de aprender. Fiz os katas poucas vezes para conseguir aprender e algumas partes simplesmente não "funcionavam".
    Acredito que num primeiro momentos ficamos mais preocupados com as defesas e golpes sem a espada e até mesmo com a segurança dos colegas.
    Com o Sensei e o senpai Yoshimitsu revisando os katas, orientando e mostrando os detalhes da postura, dos golpes juntos as articulações e como sacar a espada, aos poucos os katas começaram a fazer sentido e funcionar. No final, já não estava mais deixando a espada escorregar da bainha e já prestava mais a atenção para manter distância da espada do colega."
    - Ana Lucia (Unidade Ana Rosa)










    "Como um relâmpago, Sensei desvia do golpe mortal, agarra o oponente e ,anulando a gravidade ao seu redor, arremessa o inimigo ao chão sem dar tempo para reação o finaliza sem piedade com a espada curta. Memorável foi a execução dos katas ,as técnicas de torções e arremessos que foram mostradas só evidenciam que o caminho do guerreiro é longo e que precisamos treinar, treinar e treinar para quem sabe num futuro distante consigamos também mudar as leis da física como nosso mestre inalcançável." - Siqueira (Unidade Santos)










    "Além das técnicas, o jeito do tai-a-tari e dos golpes mais precisos, o ponto alto foram as 2 horas de Kogusoku.
    Um treino puxado este, exigindo concentração e disciplina.
    Um pequeno diferencial desta vez foi o auxílio ao Sensei pelo Professor Yoshimitsu. Nosso pequeno Professor, atento a todos, enriqueceu nosso treinamento."












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