
Hoje lhe mostro, saída do forno quentinho, a matéria do Jornal Nikkey, publicada hoje.
Entre os vários assuntos abordados na matéria, um que talvez poucos ouviram falar é o porquê do Niten não promover torneios e campeonatos com freqüência.
A resposta está no que eu disse ao repórter:
- Porque só um ganha.
Eu particularmente, prefiro fazer um dia em que todos serão vencedores!

Em tempo, passo a você a matéria que saiu no Estadão sobre o novo livro Musashi:

Deixo com você, imagens do evento da "pena e a espada" (18dez - Relançamento Musashi) ocorrido ontem.




É.
Tudo indica que Musashi sensei é eterno mesmo.
Hoje será o relançamento do livro Musashi, da Editora Estação Liberdade, lá no Market Place.
Em parceria com a Livraria Cultura e a Editora Estação Liberdade, o Niten fará as demonstrações do Niten Ichi Ryu* e mais outras ligadas à história de Musashi sensei, como o Shindo Muso Ryu Jojutsu*.
Agora em 3 volumes (com 2 acho que ficava pesado de carregar), este relançamento simboliza a máxima de todo samurai moderno: que a pena e a espada caminham juntas.

Chegamos ao final do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil com o dever cumprido.
Aliás, um ano muito corrido para todos nós, descendentes de japoneses, líderes e organizadores.
Apresentações, lançamentos, homenagens. A vinda de Kotaishi* selou a magnitude do evento.
Os eventos realizados pelo Niten perfazendo "O Caminho do Imigrante" em toda a trajetória, desde o Porto de Santos, a estada na Casa do Imigrante comemorado no Dia do Samurai, as lavouras do café em Ribeirão Preto e o retorno à metrópole São Paulo. Neste último, realizamos no Pq Vila Lobos o megaevento onde mais de 200 samurais vestidos com equipamentos de proteção soltaram o verbo no Grito Samurai. Foi também o dia em que, pela primeira vez nas Américas, samurais vestidos com yoroi* perfilaram montados a cavalo!
Bem, tudo isto não teria sido possível não fosse o apoio que tivemos de toda a colônia japonesa e os órgãos governamentais de cada região.
Em Campo Grande, fechamos o Centenário com chave de ouro e alegria. Vai aqui o meu muitíssimo arigato principalmente a todos do Mato Grosso do Sul e aos japoneses e brasileiros que nos apoiaram durante todo esse ano.
Nossos ancestrais tiveram o que merecem.
Nippon Imin Banzai*!!!
Como disse ontem, estive em Campo Grande (MS), onde fizemos demonstrações em comemoração ao Centenário da imigração japonesa no Brasil, na Assembéia Legisltavia de Mato Grosso do Sul.
Akira abre evento cultural em homenagem a japoneses
Jornal Dia a Dia - Três Lagoas,MS,Brazil
... da Medalha de Honra do Mérito Legislativo do Centenário de Imigração Japonesa ao presidente e idealizador do Instituto Cultural Niten, Jorge Kishikawa...
Estive hoje em Campo Grande onde a imigração japonesa também foi bem forte, mas diferente de São Paulo e Minas Gerais, os imigrantes foram trazidos para trabalhar na construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Após o término da construção muitas famílias se concentraram em cidades como Campo Grande e Três Lagoas, onde se dedicaram à produção de hortifrutigranjeiros e seda. Seu sucesso trouxe outros imigrantes japoneses para a região.
Como cheguei agora a Congonhas, amanhã passarei os acontecimentos.

Mestre Kaminoda algumas vezes me dizia ao ensinar as técnicas do Kobudô*:
"Eu também pratiquei kendô (é também 7°dan kyoshi*) até os primeiros anos na polícia.
Tive a oportunidade de conhecer o Kobudô e confesso que em muitas ocorrências a que fui chamado, me dei bem graças a essas técnicas. Elas tem muita aplicação no Goshin jutsu*"
Ele compara à minha trajetória quando também chegou ao 7°dan de kendo e resolveu partir para os estilos antigos do Kobudô. Fez kenjutsu, iaijutsu, jojutsu, kusarigama, jitte e outras armas.
Resolvi seguir seus passos.
Hoje, muito satisfeito com a minha decisão, agradeço aos deuses por tê-lo encontrado.
Além de abrir os meus olhos para a Verdade no Caminho, me fez ser útil à sociedade.



