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Mural Niten Gaúcho


Treino com Senpai Joel

por Alessandro - 27-jul-2016



No dia 16 de julho o Coordenador do Niten Argentina Joel Correia visitou o Dojo de Porto Alegre, e participou de um treino intenso e animado. O Senpai Joel é um dos discípulos mais antigos do Sensei Jorge Kishikawa e também foi o responsável pela abertura do Niten no Rio Grande do Sul, sendo o primeiro Dojo do Niten fora de São Paulo
 

(...)


Continua (post completo)

Tags: Visita, Egan2016_Ago, Relatos,

A Batalha continua!

por Niten - 10-mar-2015

Guimarães encontrou nos treinos de Kenjutsu força para se levantar após um grande tombo.
A Batalha continua!


Tags: Relatos,

Reencontrando a família no Niten

por Mendes-Cax - 27-nov-2013

Aproveito para compartilhar o texto dos  Alunos Kiyoshi e Juliana, casal no qual iniciou os treinos no Niten de Caxias praticamente juntos:

(...) o que mais nos alegra, nesse momento, é a identificação que sentimos com o grupo. Finalmente, após tantos anos, voltamos a sentir que fazemos parte de uma comunidade pela qual temos muito respeito e carinho."

Confiram o relato na íntegra:

" Konnichiwa Senpai Joé e Senpai Mendes
Yoroshiku Onegai Shimasu

Shitsurei Shimasu,

Envio nessa mensagem  algumas palavras sobre o treino, nossas impressões e o início em conjunto no Caminho:

Em meados de 2010, enquanto eu e minha esposa, Juliana, almoçávamos na praça de alimentação de um shopping em Caxias do Sul, vimos um homem de hakama na fila de um dos restaurantes. Na hora, a Juliana, que já havia praticado Kendo há muitos anos, levantou-se e foi lhe perguntar se praticava Kendo. Meio surpreso, ele a indagou por que, e ela disse que havia percebido pela sua postura. Tínhamos acabado de conhecer o Senpai Joé.

A conversa foi breve, mas alegre. Ele esclareceu que praticava Kenjutsu, passou informações sobre o local do treino, assim como um telefone de contato. Os olhos da Juliana brilhavam com a vontade de praticar. Entretanto, como ela estava grávida de nosso primeiro filho, decidimos esperar.

Os anos seguintes passaram rápido. O primeiro filho nasceu. Cerca de um ano depois, veio a segunda gravidez. E víamos a vida seguindo, veloz, muitas vezes com a impressão de que estávamos sendo atropelados por ela. Foi só após seis meses do nascimento da nossa segunda filha que percebemos como havíamos passado a viver em função quase exclusiva das crianças, e de como precisávamos, entre outras coisas, voltar a praticar esportes.

Dado o fato de não termos família em Caxias, decidimos criar um sistema de “revezamento”: enquanto um cuidasse das crianças, o outro praticaria algum esporte. Ela começou a correr, mas eu não sabia o que fazer. Foi quando ela me lembrou do Kenjutsu. Fiquei um pouco receoso, pois nunca tive um espírito muito combativo, mas decidi tentar.

No primeiro dia, percebi como esse Caminho faria bem a mim. A despeito da fadiga física, e de ter chegado a passar mal depois de sair do local do treino (certamente resultado do sedentarismo), eu me sentia alegre, realizado, instigado. Como não podia deixar de ser, com o passar dos meses, a vontade da Juliana de treinar só aumentava. Entretanto, como havia prática apenas aos sábados, concluímos que não valeria à pena que cada um treinasse apenas a cada quinze dias. Mas, num certo momento, a vontade dela não podia ser mais contida. Acertamos com a babá para que ela ficasse com nossos filhos nos sábados de manhã, e enfim a Juliana pôde começar a treinar.

Ainda que nem sempre possamos participar tanto quanto gostaríamos, praticar juntos tem sido especial. Por mais atribulada que uma semana tenha sido, sempre temos a sensação de que ficamos renovados após o treino, o que nos motiva mais e mais a nos aprofundar no Caminho. Também, é evidente como nosso corpo e espírito vêm se fortalecendo, resultado dos ensinamentos que nos são passados. Entretanto, o que mais nos alegra, nesse momento, é a identificação que sentimos com o grupo. Finalmente, após tantos anos, voltamos a sentir que fazemos parte de uma comunidade pela qual temos muito respeito e carinho.


Sayounara
Arigatou Gozaimashita

Kiyoshi e Juliana "


 Kiyoshi e Juliana com seus filhos: Aprendendo os Katas do Bushido em família.


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Joé Campos - Caxias do SulA sensação de reencontrar velhos amigos é uma constante. Seja ao visitar uma unidade, seja no primeiro contato com o treino, nunca nos sentimos `desconhecidos`.
Esta sensação nos primeiros treinos torna tudo um pouco mais especial.
Mas ver este sentime (Continua)

Kiyoshi Matsuda - Caxias do SulArigatou gozaimashita a todos pela acolhida.

Achei bem interessante a expressão `reencontrar velhos amigos` usada pelo Senpai Joé, pois expressa muito bem a sensação que tenho.

Fico muito feliz de estar entrando nessa família. Arigatou gozaimashita. (Continua)

Alessandro Rabello Barbosa - Porto AlegreOmedeto Kiyoshi e Juliana, traduziram bem o sentimento da Família Niten! (Continua)

Bruno Selau - Caxias do SulArigatou Gozaimashita aos colegas Kiyoshi e Juliana pelo seu relato, que tão bem exemplifica o sentimento de participar dessa `família Niten`. Arigatou Gozaimashita os senpais que nos disponibilizaram o texto. (Continua)

Espírito de Iniciante

por Mendes-Cax - 16-nov-2013

Segue o relato do aluno Padilha, de Caxias do sul:

" Konnitiwa, Yoroshiku Onegaishimassu Senpai


Shitsureishimassu,

O Sensei fala no Shin Hagakure para mantermos o espírito de iniciante vivo.

Confesso que pessoalmente nem sempre é uma tarefa fácil. Entretanto hoje, ao experimentar novas possibilidades de ataque pela primeira vez, tive um sentimento muito forte: querer saber e compreender mais sobre o Caminho. Notei que tive esse mesmo sentimento tambem em outras situações, como quando iniciei no Niten e quando comecei a treinar com os kamaes altos: Hasso e Jodan.

Acredito que esse é intuito do Sensei quando nos fala em manter vivo o espírito de iniciante, despertar em nós a vontade de sermos pessoas melhores, continuamente.

Arigato gozaimashita Sensei.

Sayonara, Arigato Gozaimashita.

Padilha
Caxias do Sul"



"Espírito de iniciante em cada técnica nova"


Aluno Padilha no Torneio Regional de Kobudo.

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Efeito Terapêutico dos Katas

por Mendes-Cax - 05-nov-2013

Segue o relato do Aluno Anderson, o qual treina tanto na unidade de Porto Alegre como em Caxias do Sul:

Ohayou Gozaimassu Yoroshiku Onegai Shimassu,
 
Apenas um breve relato quanto ao treino de ontem.
Nada como um treino com Katas quando não se consegue
mais pensar em nada a não ser em problemas.

O efeito terapêutico é impressionante.
Esquecer dos problemas e concentrar-se. 
Nada melhor para tratar ansiedade e a "bagunça mental" imposta pelo dia-a-dia.

Obrigado por essa oportunidade!
 
Arigatou gozaimashita!
Anderson Rech



"O efeito terapêutico é impressionante"

 

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Edgar Aotagil Francisco - São PauloHai (Continua)

SEMPAI JOEL E COMITIVA EM POA

por Bruno Rodrigues - 07-abr-2010

Konbanwá!


Sou talvez o mais novo no caminho aqui na unidade de Porto Alegre e gostaria de deixar registrado meus primeiros momentos no Niten. Estou sentindo a cada treino mais vigorizado e energizado, tanto fisicamente quanto mentalmente. Sei que muita coisa ainda tenho que aprender, procuro sempre melhorar minha disciplina para seguir o caminho da melhor forma possível. Último sábado, dia 3 de abril, tivemos a honra de receber o Sempai Joel e a comissão de Buenos Aires. Acompanhei o treino de jojutsu, onde apenas 1/3 dos katas executados eu conhecia, do contrário que eu pensava, todos tiveram muita paciência em treinar comigo.
Logo após começamos o treino de kenjutsu, tendo no primeiro momento a formação de um grande círculo para apresentação de todos. A notável diferença entre a língua e sotaque nos fez lembrar da"variedade de pessoas que treinam no Niten mas que seguem a mesma causa" (momento de ouro do Sempai Alessandro). Tive a grande oportunidade de treinar com o Sempai Joel, o qual me fez concentrar mais no meu kamae e a precisão do meus movimentos a cada golpe. 
No momento de ouro Sempai Alessandro leu a reportagem sobre o 54º Prêmio Paulista de Esportes 2010, o qual Sempai Joel foi premiado, uma bonita homenagem a quem tanto se dedica no desenvolvimento do Niten. Ao final todos se reuniram para tirar uma foto, percebi como se tivessem treinado há muito tempo juntos, um forte laço. Queria ter ficado para o churrasco, com certeza minha carta dobraria de tamanho. Essas são as palavras do mais novo. Uma pequena demonstração de gratidão.

Sayounará,
Arigatô Gozaimashitá.

Tags: Relatos,

Diário de um Shugyo

por Carlo Corvello - 01-mar-2008

Os primeiros dias de um shugyo.

Comecei a fazer este shugyo no dia três de janeiro. Na noite anterior ao fatídico dia, assisti ao filme "Tropa de Elite", que narra o dia a dia de policiais das forças especiais cariocas, em especial, o treinamento deles. Não consegui dormir naquela noite; na primeira noite de shugyo; e nem na segunda, cada vez que caía no sono acordava dando um men ( um soco no teto ou na parede, na verdade).

Porém, apesar da insônia, assim como o número cada vez menor de aspirantes que seguiam no curso ao longo do filme, pareço estar cada vez mais adaptado, menos cansado e mais disposto, e tudo isso sem ter que tomar tiro de bandido, nem comer no chão. Agora minha atenção está dirigida em não ser o 01 (o primeiro a pedir pra sair!?) e ficar firme até o final.


"Ou você se omite;
ou se corrompe;
ou então vai pra guerra!"

Capitão Nascimento personagem interpretado por Wagner Moura em
Tropa de Elite.


Naginata: foco na estratégia


Na charutada da última sexta-feira o Sensei divulgou uma notícia bombástica: ele irá colocar bogu e lutar em todos os treinos de kenjutsu em que for este ano. Dito e feito: sábado, lá estava o Sensei de bogu e naginata. Volta e meia o Sensei ia perseguindo sua víti... isto é oponente pelo dojo. Alguns praticamente percorriam a quadra de fora a fora de costas, o Sensei não recuava um milímetro, outros, menos afortunados, eram imediatamente encurralados contra uma parede. Eu fui o último a lutar, minha tachi contra a naginata do Sensei. Se chegar perto do Sensei vale-se ippon, acho que eu teria conseguido um yuko. O imenso maai da naginata parecia impenetrável para a espada.

Segunda-feira lutei com o Sensei de novo. Se dizem que não se deve cutucar onça com vara curta, o mesmo deve valer para a luta. Sendo assim, mudei minha estratégia: agora seria naginata contra naginata. O resultado? Não diria que adiantou muita coisa contra o Sensei. Continuei apanhando, e bastante! Mas pelo menos a recompensa é grande: estou aprendendo a usar a naginata diretamente com o Sensei.

Arigatô gozaimashita Sensei!


Tags: Shugyo, Relatos,


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