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Mural Niten São José dos Campos


A Liga - Thaide faz Shugyo no Niten

por - 04-nov-2011

"Neste ano, vi muitas pessoas passarem por esta casa para fazer um shugyo. Como este ano também estou de shugyo, acho que entendo o que as pessoas sentem nos vários estágios de cansaço, alegria, tristeza, satisfação... Ver e fazer um shugyo com o Thaíde foi excepcional. Nunca vi, em dois dias, alguém fazer o que ele fez. Uma pessoa sem experiência nenhuma com espada, em dois dias despertou o espírito guerreiro. Como uma revolução, Thaíde chegou com algumas expectativas, que logo de início foram quebradas. Ninguém pensava que ele chegaria onde chegou, mas conforme passavam-se as 36 horas de shugyo, ele foi “despertando”. Viamos em seu semblante o cansaço, mas também uma expressão de satisfação por ter encontrado um caminho que lhe faria bem para o espírito.

Foi uma lição de perseverança. Ele não desistiu. Foi receptivo aos ensinamentos de todos e abraçou a cultura samurai. Fico feliz em ter conhecido uma pessoa determinada e disposta como o Thaíde."

Fugita - unidade Ana rosa Hokkaido


Parte 1





Parte 2




Extras


Mais relatos dos companheiros de Shugyo do Thaide nos comentários

comentários   5 de 5

Zilda Araujo - Rio de JaneiroGrande Amigo Wenzel - Senpai
Meu nome é Zilda, fui funcionário da Academia
de Dança Jaime Aroxa-Botafogo onde conheci
seu belissímo trabalho e dedicação.
Assisti ao programa A LIGA, e fiquei muito
emocionada ao vê-lo, seu desempenho como instrutor,
(Continua)

Vaz - Rio de JaneiroShitsurei shimasu!
Konnichiwa Sensei!

É sobre minhas considerações do shugyo com o Thaíde. Na quarta de noite, quando comemos a pizza, fizemos o fechamento, mas acabei não falando tudo.

Logo no início, na terça feira, eu estava pagando pra ver... P (Continua)

Meloni - São PauloKombawá Sensei,
shitsurrei shimassu,
segue o meu relato sobre os dois dias de Shugyo.

Antes de iniciar o treinamento intensivo, lembro que o Sensei me disse para entrar de corpo e mente, para entrar firme no Shugyo, que então tudo ficaria bem. Foram (Continua)

Costa - Rio de JaneiroShitsurei shimasu
Konnichiwa yoroshiku onegaishimasu

Esses dias de shugyo são sempre muito intensos, foi muito bom ver todos os shugyochas com muita energia aguentando o treinamento em especial o Thaide que é marinheiro de primeira viagem e que nem é (Continua)

Fugimura - FlorianopolisDois Dias de Shugyo.
Tive uma honra de fazer um Shugyo para gravação do programa A Liga. O apresentador era o Thaide, que veio pedir para fazer dois dias de Shugyo.
Ao se apresentar na ADM, tive a impressão que ele ia desistir no meio, após soltar um `h (Continua)

Kenjutsu: a milenar arte dos samurais em S. José

por Jornal O Vale - 15-mai-2011



Matéria publicada no Jornal "O Vale" em 15 de Maio de 2011:


AARON KAWAI

Modalidade pouco divulgada tem adeptos na região e é vista como uma filosofia de vida

Em São José
As aulas acontecem uma vez por semana no clube BBC do
Jardim Maringá,
[Terças] das 19h às 21h

Mais do que um esporte: uma filosofia de vida. Esse é o ideal milenar do kenjutsu, uma das modalidades do kobudô, uma arte marcial japonesa milenar, que surgiu há cerca de 700 anos, em um Japão feudal, bem diferente do atual e que exige muita agilidade.
Naqueles tempos, o povo daquele país vivia em guerras constantes e, assim, surgiu essa arte inspirada nas técnicas de espada dos antigos samurais (guerreiros). Na modalidade, são estudadas uma grande quantidade de técnicas e posturas de luta, até mesmo com duas espadas, utilizando equipamento de proteção e espadas de bambu para segurança.
(...)


Objetivo
"Quem procura o kenjutsu busca por um condicionamento físico e desenvolvimento do potencial humano. Participamos de torneio apenas para colocar isso em prática. Nós treinamos o que os samurais treinavam", disse Alexandre Corrêa, coordenador da unidade de São José dos Campos, que é ligada ao Instituto Niten, criado em 1993 pelo sensei Jorge Kishikawa.
Apesar de ser um esporte com espadas - não existe chutes e nem socos - Corrêa garante que não tem nenhum perigo, até porque os atletas usam vários tipos de protetores, entre eles o bogu ( armadura).
"Pode parecer perigoso, mas cada um tem o seu tempo. Dentro de uma média, todos acabam aprendendo (as técnicas)", afirmou Corrêa.
O objetivo da luta é "encontrar o momento certo para dar o golpe final", segundo o coordenador em São José.

Momento de ouro
Na parte final de cada treino, os praticantes falam sobre questões filosóficas inspiradas nos samurais.

Joseense compete no Brasileiro
O físico Tiago Barbosa de Araújo, 27 anos, é o único atleta da equipe de São José dos Campos que disputa o Campeonato Brasileiro de Kobudô na modalidade kenjutsu, que começou ontem e acaba hoje, em Belo Horizonte.
"Estou bem ansioso. Treinamos muito duro nos últimos dias para tentar conquistar alguma medalha no campeonato", disse ele, que iniciou no esporte em fevereiro de 2009.
Araújo disse que sempre gostou da cultura dos samurais e estava numa fase de "desconcentração", enquanto fazia sua tese de doutorado.
"Eu busquei o kendô (uma outra arte marcial japonesa), mas aqui em São José não tinha. Então assisti uma aula de kenjutsu aqui e fiquei impressionado", afirmou o atleta que no começo teve dificuldades para aprender as técnicas da modalidade.
"Exige muita coordenação motora e é incrível como a gente não tem. Depois isso vira uma parte de você", disse Araújo.



Continua (post completo)

Tags: Imprensa, Jornal,


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