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Mural

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CHADÔ no Niten Manaus

por NitenManaus - AM/Manaus - 18-fev-2011

Konnichiwa mina-san,

No mês de Fevereiro, o Niten Manaus e o Consulado de Japão tiveram a honra de apresentar aos alunos e ao público geral a tradicional Cerimônia do Chá (Chado). Pudemos ver e apreciar cada momento da cerimônia, feita pela sensei Matsuda, que através de movimentos simples, firmes e precisos pôde nos mostrar a importância das pequenas coisas que há em nossa vida, pequenas coisas que podem trazer grandes significados.

O chá verde, segundo registros mais antigos, havia chegado ao Japão por volta do século IX através de monges budistas. Posteriormente, já no século XIII, a cultura de tomar o chá já era praticada pelos samurais, como forma de purificação e como símbolo de status da classe, mas sua popularização surgiu mesmo a partir do século XVI chegando à várias camadas da sociedade influenciando cultura, arquitetura e novas formas de arte.
Para os samurais, também é uma forma de praticar o Bun Bu Nido, os dois caminhos. No Chado, também pratica-se a pena, a etiqueta de cada movimento, tornando-os guerreiros educados.

Arigatou gozaimashita!       
Thiago Madeira




Tags: Evento, Tradicional, ArteCultura,
comentários  

Danilo Moreira de Mesquita Júnior - Manaus SPCerimônia do chá Japonês

No dia 23 de fevereiro de 2011, às 19:00 horas (no horário de Manaus) no Instituto Niten foi realizada a tradicional cerimônia do chá japonês.

No momento em que entrei pela porta da sala (cerimônia do chá) fui transportado a outro universo, onde então eu jamais estive. Com isso senti vários sentimentos como felicidade, confusão e entre outros. Realmente me senti especial, pois vendo a Sensei e a assistente de Kimono e entre outras pessoas falando japonês, e também essas mesmas pessoas sempre bem educadas.

Durante a cerimônia percebi o ambiente em volta, como não tinha tatame à cerimônia foi ocidentalizada, pois eu e os convidados não estamos acostumados a ficar sentados na postura seiza (de joelhos). A decoração é belíssima, com uma mesinha preta laqueada, em cima os utensílios e acessórios.

Partes da cerimônia em relação de postura, comportamento e linguagem são estritamente formais. Sou um marujo de primeira viagem. Logo, fui orientado quanto aos procedimentos (gestos, frases e reverência) pré-definidos, por uma moça do consulado japonês.

Por fim, como sou um aluno de kendo (caminho da espada) foi estimulante aprender sobre o chado (caminho do chá), ou seja, espada e a pena.

Assim, entrando em equilíbrio entre a força da espada e a sabedoria da escrita, como esses dois fossem pesos numa balança. E os ambos praticantes buscam aprendem a articular cuidadosamente os movimentos; a fim de obter a perfeição técnica da arte.

Sayonara, arigato gozaimashita.

Bomfim - Manaus``Energia e suavidade``

Foi uma grande experiência poder assistir a uma tradicional cerimônia do chá, ainda mais a de um estilo criado por samurais do antigo Japão feudal.

A precisão e uniformidade de todos os movimentos, mesmo repetidos várias vezes, e a energia de certos movimentos seguida de impressionante suavidade foram o que mais ficaram marcados em minha mente, com um movimento em especial: quando a mestra da cerimônia encostava a espátula com que pegava o extrato do chá verde no recipiente em que o preparava, como que para retirar qualquer vestígio presente no utensílio, vi esse movimento ser realizado repetidas vezes e não deixava de ficar surpreso, a espátula era abaixada com tamanha energia que parecia que quebraria o recipiente, mas encostava nele com tamanha suavidade que não se ouvia um barulho.
Lembro desse momento toda vez que recordo o dia e imagino como usar isso pra melhorar minha técnica e meu caminho. Ao Senpai Madeira e a Sensei Matsuda, mestra da cerimônia, arigatou gozaimashita.``

Arigatou gozaimashita,



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