Temos que ir treinando logo nos narabes e nas formações durante os treinos para irmos tão bem quanto eles no Torneio de Guarulhos em 29 de outubro!
Esses rapazes são estudantes da Universidade de Ciência Esportiva do Japão, e o que eles fazem nesse vídeo é uma antiga tradição dessa Universidade, em que todos os anos os alunos que se formam fazem uma apresentação em grupo. O público se diverte e fica impressionado com toda a rigidez dos movimentos. Esses garotos bricalhões, que vão usualmente à clubes e jogam video game, seguem as instruções do comandante perfeitamente.
Mina San Segue um vídeo sobre a Cultura Pop Japonesa.
Feito por um programa chamado CultureJapan, que tem como objetivo mostrar para o mundo como os japoneses se comportam no seu dia-a-dia. O vídeo tem várias curiosidades, mostradas de forma bem descontraída!
Mesmo esse sendo um vídeo focado na Cultura Pop, observamos nele pequenos gestos que nos fazem lembrar os Katas do Bushido.
Reportagem publicada no jornal O Globo (ver link da matéria), no caderno Mundo, em 15/03/2011 às 00h37m., enviada a nós por um aluno.
Por: Cláudia Sarmento
SENDAI, Japão - Num abrigo improvisado tomado por famílias japonesas com crianças pequenas, todos vivendo o que consideram ser os momentos mais difíceis de suas vidas, a mãe de duas meninas faz uma reverência para a jornalista estrangeira que a aborda e responde gentilmente: "Sim, posso dar entrevista. Muito prazer em conhecê-la". A moça conta sua história - seu prédio está ameaçado de desabamento, e ela não pode voltar - com um semblante cansado, mas de um jeito contido. Está sem perspectivas, mas não pede ajuda de quem ainda tem água, comida e combustível - três itens que valem ouro no nordeste do Japão - nem diz palavras que possam soar como um protesto contra as autoridades ou um lamento contra seu destino. Os japoneses estão sofrendo muito, a situação é dramática em algumas áreas, mas é impressionante a maneira ordeira como se comportam no pior dos momentos.
Em dois dias, o GLOBO percorreu 1.200 quilômetros de carro pelo interior do país, saindo de Tóquio em direção a Sendai. Filas em postos de gasolina, supermercados e lojas de conveniência são agora a principal paisagem da província de Miyagi, que contabiliza o maior número de mortos. Mas são exatamente isso: filas, e não tumultos. É uma sociedade acostumada a seguir regras, mesmo quando o que mais temem - imprevistos - acontece. Há engarrafamentos em alguns pontos das estradas, mas tentar escapar pelo acostamento, por exemplo, é uma cena impensável.
Gente que já não tem para onde voltar espera nos abrigos improvisados as próximas ordens - em silêncio. Alguns compartilham suas experiências, mas nada tem a marca do exagero. Falam baixo e pausadamente, sem atropelos. É uma das muitas regras do rígido e organizado país que, não se pode esquecer, é um arquipélago: o coletivo é mais importante do que o individual, e não se destacar - ser igual - é uma virtude. É uma filosofia que custa caro para quem quer exatamente o oposto - ser diferente - mas em momentos como este, de tragédia nacional, o resultado é exemplar.
Depois de conversar com a mãe das meninas, uma faxineira que ajudara a salvar os vizinhos de seu apartamento, arrombando uma porta de emergência que travara após o terremoto, a equipe de reportagem do GLOBO deixa o abrigo e tenta avançar em direção ao litoral. No meio do caminho, um problema é constatado: a carteira com cartões de crédito e mais de US$ 700 ficara para trás, num momento de desatenção. Os japoneses gostam de receber o cartão de visita das pessoas com quem falam e, na pressa para vasculhar a bolsa em busca dessa identificação, provavelmente a carteira caíra. A primeira reação de uma brasileira é dizer que nem adiantava voltar, era melhor cancelar os cartões e dar o dinheiro como perdido. O japonês que dirigia o carro do GLOBO, o fotógrafo Suzuki Kantaro, se espantou e avisou:
- Vamos voltar e a carteira estará lá. Não existe outra possibilidade.
Voltamos. E a carteira estava lá. Havia sido achada e entregue, intacta, para os funcionários da escola transformada em abrigo, um lugar onde as pessoas já não têm quase nada, mas davam mais uma tremenda lição de dignidade e correção.
Antonio Carlos T Lima - Uma única palavra para resumir a história da carteira perdida:
BUSHIDO. (Continua)
Pinheiro - ManausRealmente e uma educação e costume muito diferente do ocidental, quem sabe um dia seremos assim, torço para caminharmos para esse sentido do Caminho, pessoas corretas existem, poucas mas existem.
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