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Café com o Sensei

Pensamentos e comentários do Sensei Jorge Kishikawa


Últimas postagens:

13-fev-2014

Hidensho 43 - Terra à vista

"Hoje, ainda a pouco na Unidade Ana Rosa, foi um treino especial para mim.
Sempre li os relatos dos alunos e Coordenadores que tomam vários ippons do Sensei e escrevem relatos, hoje chegou a minha vez .

O Sensei estava lutando de Naginata (alabarda) e corri para colocar o Bogu (equipamento)!

Estava lutando com os outros alunos, quando chegou a minha vez de cruzar a espada com Sensei.
Ouvi:
“Dois ippon” (valendo 02 pontos)!¨
Entrei no combate com sentimento de vida ou morte e que iria dar trabalho para o Sensei, 
E o que aconteceu?
Tomei 2 ippons, estou tentando entender até agora de onde partiram os golpes!.
   
Depois dos golpes se fez ippomigui (todos alunos trocam de duplas) e eu achei que não iria mais lutar com Sensei, e para minha surpresa, fui chamado novamente. 
O Sensei disse: 2 ippons!

Foi uma vida que ganhei ali, e não queria desperdiçar novamente!

Mas dessa vez foram 6 golpes. 6 únicos golpes, consecutivos e diferentes.

Os golpes com a Naginata vinham tão rápido e ao mesmo tempo silenciosos e precisos.
Todas as lutas terminaram com um único golpe do Sensei. " Ippons"

É impressionante lutar com o Sensei pois a todo momento parece que existe algo além daquilo que os olhos podem ver.
Depois que o Sensei acertou o primeiro golpe, eu disse ¨Não vou levar outro aqui e vou mudar o meu jeito de lutar, para não levar outro golpe parecido.¨
Não adiantou, por mais atento que se estivesse, outro golpe entra, e depois outro… foram mais 6 Ippons.

De certo existe, ainda muito Caminho a percorrer, e segredos por trás desse manuscrito, o "Hidensho". Nós, discípulos, só podemos nos esforçar ao máximo para quebrar a sequência de ippons aplicados pelo Sensei. 
Hoje foram 8 Ippons.
Agora vamos aguardar de quem será o próximo relato.

Amanhã pode ser você a escrever este relato.
Se prepare!!! " -
Gilberto Vieira Coordenador (Ana Rosa)

Para se chegar ¨além daquilo que os olhos podem ver¨ é preciso coragem. Persistência. Fé.
Comparo este caminho com a época dos descobrimentos, quando o homem resolveu procurar o caminho das Índias.
Coragem para enfrentar as grandes ondas que tentam desestabilizar o navio;
persistência para suportar a fome ou o sol escaldante durante meses;
fé, e muita fé, para impedir que os fracos e covardes, centrados em seu egoismo, tentem convencê-lo a mudar a rota.
O Hidensho é a ¨terra à vista¨ onde estão enterrados os segredos para ser imbatível.
Definitivamente, uma ¨terra¨ só para os que querem mais do que ver.


Adaga do século 16 - Acervo do Sensei

11-fev-2014

Ideia em fato - Globo Portugal

Em um mundo onde Liberdade é a palavra de ordem e ficar ¨preso¨ a determinada forma ou pensamento era coisa do passado, chegamos na Europa.
Uma ideia que brotou há 20 anos, cujos alicerces estão intimamente ligados à antiga tradição e com os olhos voltados para o futuro, a liberdade de lutar, nasceu o Instituto.
O Instituto: onde a palavra de ordem é o resgate das tradições e dar vida, personalidade e liberdade a todos que o procuram.
Vida: Momentos de Ouro para mudar a vida;
Personalidade: o que importa não é ganhar medalhas, mas pintar um bom quadro;
Liberdade: assim como temos a opção de escolhermos nossos caminhos, também temos a liberdade para escolher nossas armas e nossos padrões de luta (kamae).
Europa: não me leve a mal, mas para mim, é motivo de grande orgulho.
Explico e você há de me compreender:
-Não é todo dia que temos uma boa ideia;
 o bom ainda é quando essa ideia se torna um Fato.

Arigato a todos os que me compreenderam e, em especial, aos que ¨carregam no peito¨, o Instituto lá na Europa.


07-fev-2014

R2 e o Shinhagakure

Matéria Publicada no Jornal Diário do Grande ABC - Domingo, 2 de fevereiro de 2014








"Jorge Kishikawa nasceu em São Paulo, mas visita o Japão há mais de 25 anos. Lá, conviveu com os últimos samurais e tem em seu currículo mais de 40 anos de treinamento com a espada. É da décima geração do estilo de Miyamoto Musashi. De família japonesa, começou a se interessar pelos valores de lá muito cedo. Procurou por pessoas com obstinação e decidiu conviver com os mestres. “Vê-los realizando determinada tarefa com perfeição, tentando diversas vezes até conseguir, acaba contagiando. É aquela velha frase: ‘Diga-me com quem tu andas e te direi quem és’. Eu andei com esse tipo de pessoa”, explica.
Kishikawa começou a conviver com os mestres aos 19 anos, quando realizou treinamento intensivo por quase um ano no Japão. Precisou trancar o curso de medicina para rodar com vários mestres e conhecer a personalidade de cada um. “Depois dos treinos, ficava acompanhando, tomava café, almoçava e ouvia as histórias que os pais e avós contavam para eles”, recorda. Segundo o sensei, com o convívio é que se aprende a sentar, olhar, comer, ouvir e falar de forma correta. 
Apesar de os samurais não se comportarem como guerreiros desde 1868, Kishikawa é considerado um, não por guerrear, mas por seguir essa filosofia de vida em tempo integral. “Há alguns anos, deixei de trabalhar como médico para me dedicar integralmente à espada”.
O Instituto Niten existe há mais de 20 anos e expandiu pelo simples fato de encontrar ‘loucos’ como ele, pessoas brilhantes que acreditam na filosofia e levam adiante o trabalho em outras cidades. “Sempre tive em mente que a minha vida é ir para frente, faça chuva ou sol. Não considero o que faço como trabalho. É minha paixão. As pessoas vêm até nós e, depois de passar por mim, não querem parar de treinar. Então, passam a praticar na própria cidade”.
 
 
 
O trecho da matéria onde se lê: 
 
¨ Procurou por pessoas com obstinação e decidiu conviver com os mestres. “Vê-los realizando determinada tarefa com perfeição, tentando diversas vezes até conseguir, acaba contagiando. É aquela velha frase: ‘Diga-me com quem tu andas e te direi quem és’. Eu andei com esse tipo de pessoa”, explica.
Kishikawa começou a conviver com os mestres aos 19 anos, quando realizou treinamento intensivo por quase um ano no Japão. Precisou trancar o curso de medicina para rodar com vários mestres e conhecer a personalidade de cada um. “Depois dos treinos, ficava acompanhando, tomava café, almoçava e ouvia as histórias que os pais e avós contavam para eles”, recorda. Segundo o sensei, com o convívio é que se aprende a sentar, olhar, comer, ouvir e falar de forma correta. ”
 
Adquiri conhecimentos que hoje em dia já não se vêem, ouvem e nem se fazem mais. Nem aqui, nem lá no Japão. 
Explico:

- Aqui, porque os descendentes, longe de sua terra natal, não tinham acesso a este tipo de cultura. Ou seja, cresceram com ¨cara de japonês¨, mas no fundo eram como cidadãos que nunca tinham estado no Japão.

- Lá no Japão, porque já após a 2ª guerra o Japão foi perdendo a sua identidade (por imposição americana) e os jovens (hoje senhores dos 60 e 70 anos) estavam mais interessados em absorver a cultura americana que preservar a nipônica.
 
Então esse era o cenário: na década de 80 e 90 lá estava eu. Sozinho ¨remando contra a maré¨ em busca do passado, do jeito que está escrito na matéria.
Passaram se alguns anos e o Niten crescendo, tive que escrever o Shin Hagakure, uma espécie de regulamento interno aos nossos alunos, pois unificar os pensamentos, sentimentos e atitudes era preciso. O Shin Hagakure, superando as nossas expectativas, foi bem recebido até pelo publico em geral. Gente que não treinava e leigos que nem conheciam a cultura japonesa me enviavam mensagens de agradecimento e alegria, simplesmente por ter sido transformados pelo livro.
A surpresa veio agora, no mês passado, quando recebi uma mensagem do nosso nobre apoiador,  General Akira Obara para conversarmos sobre o Shin Hagakure.
Para não alongar, vou resumir o que ele disse:
¨ Estive lendo o Shin Hagakure e vi que é um livro profundo no tocante a cultura militar. Na cultura militar, termos o R2- Continências e Honrarias, o regulamento onde está escrito como se portar quando acompanhado de superiores e inferiores, além da forma de conduzir um missão e outros assuntos. Vejo o Shin Hagakure como sendo um ¨R2¨ que vai a fundo nas atitudes e que todos nós, principalmente descendentes de japoneses e também militares deveríamos absorver.
Meus parabéns, me espanto em saber que o Sensei consegue levar estes ensinamentos aos seus alunos, pois hoje em dia não deve ser nada fácil..."
 
 
Sim. É profundo porque não foram apenas 25, como escrito na matéria, mas 30 anos.
30 anos ao lado dos Últimos Samurais é quase uma vida inteira para se escrever em um livro.
E, não. Não é nada fácil, mas a esta altura do campeonato, quando o mundo não pode mais me mudar, continuarei tentando eu, mudar o mundo...
 
   

06-fev-2014

20Anos - Kusarigamajutsu


Sensei Jorge Kishikawa - Kusarigamajutsu

05-fev-2014

Hidensho 42 - Sinfonia em 20 ipons

"En mi 4to viaje a Sao Paulo, hoy tuve la suerte de entrenar nuevamente con Sensei y acompañar a Senpai Impieri durante su Shugyo.
Para los que ya hemos pasado por esta experiencia, sabemos que debemos estar con todos nuestros sentidos en la lucha, porque los secretos de la espada son mostrados uno tras otro por Sensei.
Hoy, tuve la oportunidad de ver a Sensei, como un maestro que conduce una Sinfonía, donde cada movimiento era ejecutado con un ritmo impecable, y donde Sensei casi como si leyese una partitura sabia exactamente que haría incluso dos movimientos antes de ejecutar mi ataque o defensa. Más aún, tuve la fortuna de ver a Sensei aplicando Hidensho, 10 golpes de Nito simultáneos, men y do con espada larga y corta al mismo tiempo, casi como un director que hace un movimiento para que toda la orquesta haga un gran sonido!!
Luego, Sensei pidió que luchase con Naginata, algo completamente nuevo para mi. Sentí nuevamente la mente de principiante!! La misma sensación de cuando coloque bogu por primera vez o cuando tome shinai por primera vez.
Y mas aun cuando Sensei lucho con naginata. Estaba ciego antes los movimientos precisos de Sensei. Así como cuando llegaron los españoles es sus carabelas y los indígenas no las veían dado que no entendían lo que estaba frente a sus ojos. Una vez mas fue desarmado solo por la energía que Sensei transmite en la lucha, llevando mas de 20 ippons seguidos.

Creo que Hidensho no solo otorga una tecnica imbatible sino un espirito invencible. ¨

Garrido (Unidade Chile)


                                Xícara do acervo do Sensei


Piano, sax, gaita ou bateria.
Todos eles fazem parte de uma grande orquestra além de violoncelos, trompetas e flautas.
Cada um deles, tal como os kamae (posição de guarda) do Kenjutsu (que são mais de dezenas), tem a sua beleza.
Uma espada, duas espadas, adaga, alabarda e as variações infinitas que podem ser interpretadas.
Estou falando de arte.
Arte a aqueles que querem ouvir e daqueles que querem ver.
Pois será perda de tempo mostrar uma pintura a um cego que não quer ver bem como tocar uma sinfonia para um surdo que não quer ouvir...

30-jan-2014

Aqui a vida acontece.

Bons fluidos, boa energia ou alto astral.
Não importa o nome a que se dê a razão de uma transformação para melhor, mas aqui as coisas boas acontecem. A vida acontece.
Em contraste com a maior parte do mundo, onde o turbilhão do furacão força toda a manada a correr para o alto do precipício, aqui no Niten os alunos encontram o repouso do guerreiro em um plano diferente e impar : no olho do furacão.
Édio iniciou a senda do treinamento em São Paulo, tendo se mudado para Salvador por motivos profissionais há mais de 10 anos.
Na época, como um bandeirante que foi desbravar as matas selvagens, começou o Niten na capital baiana.
Já se passou mais de uma década e é mais que natural que a vida tenha construído muitas histórias por lá, ao longo do tempo.
Mas esta, sem dúvida, é muito emocionante: 

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Aqui a vida acontece.


29-jan-2014

Crianças que tem para as que não tem

Falo sobre a materia de anteontem (CS de 27 Jan 2013 - Nikkey Shimbum - Doações de Final de Ano)












 


Nos dias atuais em que a vida das crianças ¨que tem¨ apenas se resume em estudar, ganhar presentes e se divertir, existe a vida das ¨que não tem¨ , onde nem o direito de comer ou dormir lhes é possível.
As crianças ¨que tem¨, após adquirirem o seu diploma de faculdade (pois para a maioria delas a vida se resume a isto) crescem arrogantes, ambiciosas e individualistas. Problemáticas.
As crianças ¨que não tem¨, por lhe serem negados tudo, crescem e toda nossa sociedade já sabemos o que acontece.
Na esperança de, nem que seja por alguns instantes, levar a alegria e felicidade a elas e, quem sabe, mostrar que apesar da vida não ser um mar de rosas é possível sorrir e lutar por uma vida melhor, os nossos garotos e crianças doaram parte de seu tempo e coração no final de ano (e que parte!).
A aqueles que são insensíveis ou ainda não refletiram sobre o assunto, vou refrescar as suas memórias: foi no dia 20 de dezembro de 2013, sexta feira, num calor de 30 e tantos graus quando o único apego da grande multidão era o seu presente, os nossos jovens e as nossas crianças enfrentavam um trânsito de 4 horas para ir e 4 para voltar até o God Forsaken Place (fim do mundo) no meio do mato do Embu...
Se você mesmo assim, não entendeu o que eu quero dizer, vou lhe dar uma chance: leia mais uma vez a matéria de anteontem, e com atenção.
E, se mesmo assim não ¨caiu a ficha¨, acredito que não há por que estar neste Café.

28-jan-2014

Aptidões de um general

Comentei ontem nos Momentos de Ouro um dos combates que mais emocionaram os espectadores nos últimos 20 anos: Danilo x Massao (CS- 14 jan 2014 -  20 Anos - Feras 11)
 

 Semi final 2 - Danilo x Massao 


 
Os detalhes dos comentários foram gravados e serão repassados a todos os alunos nas próximas aulas pelos respectivos coordenadores.
O importante do que eu gostaria de deixar aqui é que para se vencer no Combate se faz necessário estudar a ciência da Estratégia e a Coragem.
Ambas são importantes para o seu sucesso. Mas me aterei à Estratégia: ela deve ser pensada, elaborada, testada e comprovada.
Neste ponto é que a diversidade das posições (kamae) e a escolha das armas faz a diferença no ¨treinar a Estratégia¨ (pois ninguém nasce estrategista, que eu saiba).
E é justamente neste ponto, na diversidade, que o Kenjutsu combate exige daquele que o pratica todas as aptidões que todo bom general precisa: a criatividade, flexibilidade, astúcia e coragem.
Tenho a certeza que após um bom treinamento, todos poderão, de posse destas aptidões, ser bons generais em suas guerras.

27-jan-2014

Nikkey Shimbum - Doações de Final de Ano


Matéria Publicada no Nikkey Shimbum dia 16 de Janeiro

"Grupo de Jovens faz doações no fim de ano.
Cerca de 600 brinquedos foram doados.

O Grupo de Jovens "Hayabusa" e o Grupo de Crianças de 5 à 12 anos "Kir Jovem" ambos do Instituto Niten (Presidente Jorge Kishikawa), fizeram no dia 13 do mês passado, doações de aproximadamente 300 brinquedos para a "Obra Kolping".
O responsável pelo Grupo Hayabusa, Victor Fugita e Midori Saito membro do grupo, fizeram uma visita ao Nikkey Shimbum no dia 06 para contar um pouco mais sobre o Evento.

Os brinquedos foram doados principalmente pelo Grupo Kir Jovem e o Grupo Hayabusa visitou e entregou os brinquedos para as crianças da Obra Kolping.
Ao mesmo tempo, no Rio de Janeiro, Salvador e Brasília também acontecia eventos de Doações de brinquedos que totalizaram cerca de 600 brinquedos doados.

As doações do Instituto Niten se iniciaram na década de 90 e desde então todos os anos participam de eventos beneficentes.

Fugita-san e Midori-san relataram: "Ao tomar conhecimento de crianças que passam por diversas dificuldades e através das doações poder entrar em contato com elas, é um grande aprendizado para nós. Queremos cada vez mais participar de doações e outros eventos beneficentes"

24-jan-2014

Aniversário nas férias

"Tivemos neste final de semana a visita do Sensei e família na nossa unidade, iniciamos com um treino de Iaijutsu, no qual Sensei fez uma avaliação dos alunos, havia um certa tensão no ar e até o tempo parecia andar mais devagar. Sensei pediu para cada aluno demonstrar técnicas e fez muitas correções em todos, ficou-me a lição de que nenhum detalhe pode ser negligenciado, devemos estar atentos desde os pequenos atos, como o lado do obi em que vamos amarrar o sageo até coisas mais complicadas, como imaginar corretamente o angulo pelo qual o corte entraria no adversário.
O treino prosseguiu com Kenjutsu e o dojo se encheu de energia com os kiais dados a cada golpe. Aqui me parece que o tempo voltou a ter a pressa de sempre e, rapidamente este treino se encerrou dando lugar ao shiai que seria a última parte do treino. Novamente, Sensei seguiu corrigindo vários erros, como ao nos cumprimentarmos antes da luta, nos kamaes, na forma de atacar, e outros. Mais tarde, durante o almoço, Sensei daria o conselho de que devemos treinar mais os Kamaes de que não gostamos e os quais temos dificuldade, pois quando não gostamos de um Kamae é porque não estamos compreendendo seu uso, achei muito interessante este conselho e vou buscar aplicá-lo!
Pudemos a seguir almoçar com o Sensei, tempo que foi aproveitado nos passando suas vivências e visão sobre o Niten e sobre o mundo atual. Novamente aqui, o tempo passou depressa, e, quando percebi, já estávamos no final da tarde. Num sábado que passou tão rápido e tão recheado de ensinamentos, ficou-me ainda o conselho de que não podemos perder tempo, "E como fazer pra não perder tempo?", perguntou Sensei, "Treinando!", ele mesmo respondeu.
Sou muito feliz por Sensei nos visitar e por passar boa parte deste sábado conosco."

Amaral (Florianópolis)


"Sensei sempre demonstrando muita compaixão conosco, desviando do seu roteiro de viagem para nos agraciar com sua presença em nosso treino acompanhado da família.

Eu particularmente me emociono quando sinto o sentimento de todos com a honra de sua presença em nosso espaço de treino, ainda mais quando o Sensei demonstra todo cuidado na correção de nossos movimentos/katas.
Detalhes que fazem grande diferença, mudou meu treino.
Não tem como agradecer suficientemente. E um verdadeiro presente. Eu não poderia estar em lugar melhor no meu aniversario.
Arigatou Gozaimashita"

Leandro (Florianópolis)
 

Foram dias agradáveis nas praias catarinenses, que, por si, já são belas por natureza.
Melhor ainda foi estar ao lado de meus alunos e ver que Florianópolis está firme e em dia.
Lembrei me das primeiras vezes (há 10 anos) quando eu vinha de ônibus nos finais de semana, treinava e retornava. Foram dias um tanto exaustivos para todos que partiam de São Paulo para ministrar as aulas.
Hoje pude ver, ao lado de minha família, o fruto da minha dedicação e de todos os outros paulistas que iam e vinham para manter a Unidade ao longo dos anos. Isto é de um valor incomensurável...
Arigato a todos que participaram desta empreitada, pois posso mostrar, mesmo aos mais incrédulos, que Florianópolis é prova de que quando queremos, podemos.
E omedeto ao Leandro, pois este é o melhor presente que posso lhe dar.


















 




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