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Café com o Sensei

Pensamentos e comentários do Sensei Jorge Kishikawa


Últimas postagens:

23-abr-2013

TRK 2013 - São Paulo 2 - Lágrimas de um Samurai

Torneio Regional de Kobudô 2013 - São Paulo









 

"As Lágrimas de um Samurai.

Um Samurai deve estar sempre atento aos imprevistos que o cotidiano nos impõe, nosso treinamento nos condiciona a agir instintivamente às situações adversas que a vida nos apresenta a cada momento, treinamos para sermos imbatíveis, treinamos para derrotar nossos inimigos externos, treinamos para superarmos nossos temores, nossas deficiências e nossas incertezas.
Fui vencido pela emoção.
Ao sermos homenageados (Sempai Adeval e eu) no TRK em São Paulo, pelo exmo deputado William Woo*, tremi na base, mais que enfrentar os Senpais em lutas, mais que agüentar os treinamentos lights, mais que superar meu próprio corpo a cada momento, tremi.
Esta homenagem, foi devido ao nosso comprometimento junto ao ex-projeto (como considero agora) Unidade Niten Virtudes em passar a jovens de comunidades mais afastadas, os conceitos e a filosofia da cultura Japonesa.
O Niten, modifica as pessoas e com este espírito procuramos melhorar os jovens, em respeito, disciplina, sentimentos de honra, lealdade e hierarquia. Com a dedicação do Senpai Adeval acredito que estamos alcançando os objetivos.
Ser homenageado foi uma sensação indescritível, passando de uma concentração para a Batalha, para lágrimas copiosas dentro do MEN (golpe sobre a cabeça). Vencido pela emoção.

Domo Arigato Gozaimashita a todos!

Mas não mereço tanto, eu é que agradeço todos os dias por ter a possibilidade de passar “aos meus meninos e meninas” um pouco da realidade da vida, calcado nos ensinamentos que recebo no NITEN.
Como disse o deputado William Woo, eu que agradeço imensamente: “A felicidade está em contribuir para um bem maior, no sentimento de ajudar e auxiliar a sociedade”.

Domo Arigato Niten
Domo Arigato Sensei
Domo Arigato Senpai Adeval
Domo Arigato a Todos do Niten
"
Osmar - Unidade Guarulhos

*William Woo instituiu, ainda como vereador em 2005, a primeira lei de Dia do Samurai no município de São Paulo, seguido depois por outros municípios e estados do Brasil

 





















































 

22-abr-2013

TRK 2013 - São Paulo 1

Torneio Regional de Kobudô 2013 - São Paulo























































 

19-abr-2013

A espada que cura

Ao chegar hoje, em minha mesa na ADM (administração do NIten), tive a grata surpresa de ver esta caixa em que estava anexada uma carta:


A cachaça é das boas (é o carro chefe no restaurante Fogo de Chão) e a carta diz o seguinte:

Clique aqui para ler a carta

Trata-se de um aluno do Paraná, professor universitário em informática.
Esteve aqui em SP nesta semana e que, após a aula convidei o para jantar aqui na nossa ADM. Esporadicamente faço isto para junto com uma pizza e alunos, degustar os vinhos que carinhosamente recebo.
Costumo falar sobre vários assuntos, mas a maior parte deles relacionados ao Bushido. Não tenho tempo para conversas fúteis. A vida é curta.
O certo e o errado, lealdade e a traição;
Sabedoria e a coragem, honra e compaixão. Tudo que conheço e conheci durante décadas de convívio com os últimos samurais.
É gratificante conversar e passar as experiências aos que, mesmo de terras longínquas, procuram-me para treinar e se tornarem pessoas melhores.
Ainda que falte muito para me tornar um exemplo à humanidade, uma coisa posso te afirmar: A minha espada é a Espada que Cura.
Ops! Falei besteira?
Não. É verdade.
E não é assim a medicina? Algumas doenças cura, outras não.
Enquanto você conhece um pouco mais sobre o nosso colega, fico aqui no meu canto"forjando"a nossa espada que dá a vida, "literalmente":


"Desde pequeno me interessei pela cultura nipônica e, em especial pelas artes marciais. Fui praticante de karatê durante 15 anos e ao chegar aos meus 35 anos quando realizei alguns exames após apresentar sintomas do que parecia ser uma hepatite, fui diagnosticado pelos médicos com uma doença no sangue genética e irreversível que inibe a absorção do ferro deixando um excesso do metal na corrente sanguínea, essa taxa altíssima de ferro acaba por agredir alguns órgãos internos, que no meu caso específico passou a desencadear um processo de necrose no fígado.

Após a má notícia de que meu fígado já estava em um estado bem avançado de comprometimento, veio a inevitável depressão pois, sem um tratamento eficiente e o real fato de que sua vida poderá ser abreviada faz com que todos os seus valores sejam repensados.

Nesse momento o Niten surgiu. Ao procurar o Kenjutsu, além de buscar uma atividade física e social que me ajudasse em meu tratamento, tentava encontrar no Bushido uma forma de enfrentar a situação com mais coragem e determinação. Após dois anos de treinamento ininterruptos, posso sentir de que, apesar de ainda estar no início do meu aprendizado, me considero uma nova pessoa. Nunca mais apresentei crises depressivas, perdi peso com a guerra às calorias, e  com o treinamento constante estou conseguindo manter o nível de ferritina no sangue em níveis ainda altos porém aceitáveis.

Posso afirmar com extrema convicção que, quando procurei o Niten estava buscando uma maneira de, a exemplo dos samurais, encarar a morte iminente com honra e dignidade, encontrei muito mais do que isso, encontrei a espada que dá a VIDA “literalmente” e hoje tenho certeza de que meus dias no caminho serão muito mais longos do que eu inicialmente esperava.

Domo arigatô gozaimassu ao nosso Sensei por guiar-nos com passos seguros no árduo, porém gratificante caminho do bushido.

Espero poder corresponder com humildade às expectativas do mestre e ter a honra de desfrutar por muito mais vezes da agradável companhia do Sensei em mais Momentos de Ouro."

Rocha - Unidade Ponta Grossa

 


18-abr-2013

Hidensho 30 - Mente Aberta

"Em um treino pela tarde, estava treinando com o Sensei. Eu com a Naginata (alabarda) e o Sensei de Itto (espada maior). Na luta, o Sensei avançava, encurtava a distância e atacava. Com tanta velocidade que eu não conseguia acertar antes. Depois reparei melhor no kamae (postura) do Sensei. Era "chudan" (postura do meio)... mas também não era nada chudan... não como costumamos fazer nos combates de Itto x Itto.

Outra: antes de lutar com Nito (duas espadas), o Sensei trocou de Kodachi (espada menor). Estava usando uma mais curta e trocou para uma Kodachi cerca de um punho mais comprida. Percebi que esta pequena diferença era o que faltava para defender completamente o Sune (canela), do kamae que o Sensei usava. Com a Tachi (espada maior)em Jodan(ponta para cima) e a Kodachi em Gedan(ponta para o solo) é como sentir a iminência de um ataque aéreo seguido de um ataque submarino.

A maleabilidade dos kamaes para adaptarem-se a situações diferentes, como lutar com a Naginata, que é uma arma mais comprida, foi o que marcou minha memória. Flexível como o rio, que se dobra a cada curva, e contorna cada pedra. Vi que a postura não pode ser rígida... Pois o importante é vencer, da maneira que se fizer necessário: de lado, de frente ou até com uma mão só.... Hidenshô! "

Fugita (Unidade Ana Rosa)


Nos tempos em que era habitual ter que desembainhar as suas espadas e partir para o confronto, os samurais tinham de ser meticulosos quanto a escolha de suas armas para sairem vivos.
Peso, comprimento , largura , resistência e vários outros itens iriam levar a uma boa performance ou não. Em suma, cada detalhe , se não levado a sério, poderia ser o "inoti otoshi", ou seja, a causa mortis (causa da morte).
Não só pela "boa performance", mas pela própria vida, o conhecimento de todas as armas se fazia indispensável para aquele que quisesse sobreviver.
Apesar de nestes novos tempos, a nossa espada ser a de bambu (shinai), de modo análogo, nos combates de kenjutsu , a familiarização com cada arma, seja espada, alabarda, bastão ou qualquer que seja será essencial ao aprendiz aqui no Niten.
Da mesma maneira que calçamos o sapato  a shinai tem que "encaixar como uma luva" ao que pretendemos : vencer.
Do tamanho 28 ao 39 , shinai longa, curta pesada ou leve. Não importa. O importante é o aprendiz da Estratégia descobrir o que melhor se "encaixa" a sua personalidade, biotipo e situação.
Como já citei, o comprimento e o peso deverão se adequar às várias situações e posições em que se for atuar analogamente, e quando digo isto comparo a um jogo de xadrez.
E assim, experimentando e sentindo os golpes no decorrer do treinamento, o aprendiz vai desvendando os segredos e chegando a conclusões como:
- Vi que a postura não pode ser rígida... de lado, de frente, com uma mão só...
É preciso ter a mente aberta, quando se fala em Estratégia.



Jitte - acervo do Sensei




17-abr-2013

Samurais do Niten - Hino do Niten





                                                      "O sol nascerá"



>
Hino cantado pelo próprio compositor - João Vicenti




Samurais do Niten


Da terra do Sol Nascente

ao solo do  novo mundo 
no convívio com os mestres
Sensei Jorge Kishikawa

Coração de samurai

as virtudes da espada 
nasceu nosso Instituto
Niten, Niten, Niten!!!

Vivendo intensamente

como as flores da Sakura
perseverança no Caminho
Espírito em combate

KIAI NITEN                                        
BANZAI NITEN                           
E A ESPADA QUE DA A VIDA           
PARA SEMPRE TRIUNFARÁ


Somos elos de uma corrente              
Nesta senda de guerreiros                
Treinamos à exaustao                       
Passos largos para a frente              

Com coragem, compaixão        
Com honra e com razão                          
Justiça e lealdade         
Bushido no coração

O sol nascerá                             
Samurais do Niten                         
e a força da tradição
Para sempre ensinar


KIAI NITEN                                        
BANZAI NITEN                           
E A ESPADA QUE DA A VIDA           
PARA SEMPRE TRIUNFARÁ


Niten, Niten, Niten!!!


Samurais do Niten - Hino Niten
música: João Vicente - Porto Alegre
Letra: João Vicente, Joel, Wenzel e Teixeira





15-abr-2013

Uma reflexão sobre tampas de panelas

Recebi este email de um aluno, após um comentário que fiz sobre artistas marciais que "cospem fogo", pisam em lâminas de espada ou cortam projeteis (bala) com a katana. 
Comentei porque em tempos de internet e Youtube, aparecem muitas imagens "interessantes", senão bizarras ligadas ao meio marcial e gerando dúvidas e interesses dos praticantes. 
Abaixo segue as impressões do aluno, e que de certa forma, transcreve a mesma linha de meu pensamento:
 
 

 
 
"Achei muito interessante as considerações sobre práticas que criam certo rebuliço, particularmente em tempos de internet e Youtube, mas que não são bem vistas pelos mestres. Isso parece gerar certa polêmica e não pude deixar de refletir, onegai shimassu (com licença).
 
Como o Sensei falou sobre certo dilema sobre treinar ou não o Tameshi Giri (corte com espada) na opinião de  pelo menos um mestre, e a opção do Sensei de que devemos treinar sim o corte real, me lembrei da história do aluno que (segundo entendi do episódio, sobre o qual li há muito tempo não lembro aonde) de Musashi Sensei, o atacou de surpresa, atendendo a uma determinação do mestre para que treinasse estar sempre alerta. Naquele momento ele estaria, segundo esta versão, em uma cozinha e os objetos mais próximos eram tampas de panelas, as quais ele teria utilizado magistralmente repelindo o ataque do aluno. Este, surpreso e fascinado com a situação inusitada, teria procurado “desenvolver” a técnica de usar as tais tampas, convencido de que seria um “caminho superior”, já que a sua espada fora derrotada por elas. Lembro-me que isso foi interpretado como uma distorção que o aluno teria feito sobre a situação. Tampas de panelas não são superiores a uma espada; apenas eram o objeto disponível nas mãos de um mestre, especialista em captar o momento e usar o disponível, algo muito mais profundo do que o debate vazio sobre a eficácia destes objetos como instrumento de combate. Um exemplo extremo de captar a realidade do aqui e agora, e também um exemplo (ao inverso) de como alguém pode confundir o que é acessório com o principal (no caso do aluno).
 
Pensei se não seria isso o que acontece com determinadas práticas. O treino do corte é uma parte do caminho mais amplo que é o bushido. Cortar um objeto em situações espetaculares, até uma bala de plástico como naquele caso citado, não seria um mal em si, se ficasse no terreno da mera curiosidade, talvez sem maiores divulgações, ou quem sabe um acessório inserido no contexto principal que é a prática do budo, sob o signo do bushido (embora talvez uma perda de tempo). Tornar isso um fim em si mesmo pode situar alguém com tal habilidade, ainda que impressionante como apresentação, no mesmo nível daquele que chamarei de “mestre das tampas de panela”.
Arigato pela atenção"
Cadu (Unidade Brasilia)

12-abr-2013

Hidensho 29 - Jogadas Cantadas


"Desde que me conheço por gente sou admirador dos samurais.

Conheci o Niten atraves do livro do Sensei Shin Hagakure, o da primeira edição. A partir daí,  vez ou outra navegava no site do Instituto.
Confesso que quando lia algumas colunas que o Sensei postava no Café enviado por algum aluno,muitas vezes achava essas mensagens bajuladoras.
Pensava dessa forma porque não conhecia o bushido o código de honra que os samurais seguiam.
Depois que entrei no Niten minha forma de enxergar as coisas mudou muito. Quando a transformação ocorre você não dá conta, só percebe depois que aconteceu.
Hoje em dia, sou eu quem envia mensagens de agradecimento ao Sensei, e quando releio as enviadas pelos sempais não acho nem um pouco bajuladoras, muito pelo contrário. Na verdade faltam palavras para agradecer.
Passamos a ter esse tipo de sentimento, na minha opinião, porque aprendemos observando as atitudes do Sensei e dos sempais mais próximos a ele. Não por palavras mas sim com a forma de agir em todo momento.
Tive a oportunidade de entregar um orei de agradecimento a um jornalista enviado pelo Sensei. É incrível a diferença que isso pode fazer na vida de uma pessoa. Hoje temos tantos afazeres, buscamos tantos resutados que a última coisa que fazemos é pensar no próximo. Eu sei que o olhar do homem ao receber o presente não era para mim e sim para o Sensei. Mesmo assim senti orgulho de ser parte do Niten.
Essas atitudes comportamentais não são só sociais, são marciais também. Tive um mestre de judô, quando tinha uns 12 anos que dizia que lutava muito, detalhe, eu acreditava porque nunca tinha visto.
No Niten vemos o Sensei lutar com todos os alunos desde os mais novos até os mais graduados e até hoje não vi ninguém páreo.

Quem acompanha o Café com certeza já leu relatos de 10  mens consecutivos. Eu levei 20 e sou testemunha que no mesmo dia um colega de treino também levou 20 e todos foram jogadas cantadas. Palavras do Sensei: " Eu vou no men, defende o men" e não tinha erro, mais um men ippon.
São essas ações e tantas outras que só podem ser notadas pessoalmente que me transmite o sentimento de que depois de trinta anos de vida eu estou pela primeira vez seguindo um caminho."
Weber (Unidade Vila Mariana -Nikkyoji)
 

Nos primeiros dias, o aluno admira o mestre.
Passados alguns anos, a admiração, tal como vários sentimentos da vida, desaparece. Já não sente tanta emoção ao encontrar o mestre como nos primórdios. Falta às aulas.
- Não tem problema, na semana que vem eu vou encontrá-lo e aprendo o que foi passado hoje - pensam.
O tempo passa e segue-se, por parte deste aluno, a impressão de que já sabe tudo e o mestre não estava tão certo assim.
Mais alguns anos, se este aluno tiver a paciência de um "gafanhoto" começa a lembrar que as palavras do mestre tem sentido e, por final, volta a admirar o mestre. Percebe que não pode "deixar para semana que vem".
Este é o caso de alguns raros "gafanhotos"que não se deixaram levar pelos males do coração. Não desistiram. Não "rasgaram o sutra" (Leia o  Shin Hagakure na página 76). Continuaram.
E são eles que, um dia, acertarão os 20 golpes consecutivos em "jogadas cantadas"...



Weber, Sensei e Camina de Florianópolis no treino da manhã de ontem


 

11-abr-2013

57° Prêmio Paulista 2013 - 3 Pós





 

"Do Aikidô para o Kobudô, Ricardo Donegá foi o indicado pela Confederação Brasileira de Kobudô para representar os "samurais modernos". É uma grande honra ser indicado pelo sensei justamente no ano que o Niten completa seu 20° aniversário. Acompanhei os primórdios do Prêmio Paulista de Esporte e sei o quanto ele significa para a comunidade nikkei e para quem é homenageado. Não tenho palavras para explicar o que sinto nesse momento", explicou Donegá"


 

10-abr-2013

Sensei na Rádio Estadão



Rádio Estadão - Programa Rota Saudável
Sábado 06 e Domingo 07 de Abril de 2013 



Clique no player para escutar



08-abr-2013

Hidensho 28 - Em xeque

"Treinamento pela tarde, eu com Itto (espada longa), o Sensei com Naginata (alabarda)...
No começo era muito rápido! Não consegui acertar um golpe no Sensei por pelo menos uns 5 minutos. A Naginata vinha rápida e certeira: “tsuki! (estocada na garganta)” “sune (canela)”!, “men (cabeça)"!
Vi que o kamae (posição de guarda) que usava não ia funcionar e mudei de estratégia. Lutei com uma espada mais curta, imaginando estar mais rápido para defender a Naginata. Por um momento acertei alguns golpes, consegui avançar e imobilizar a Naginata.
Mas o Sensei assimila muito rápido! O mesmo golpe nunca entrava duas vezes. Deve ser a sensação de jogar xadrez contra o computador Deep Blue... Quando você “pega o jeito” para acertar o golpe, o Sensei já aprendeu e pensou em como defender, contra-atacar e evitar que você acerte outra vez.
 
Fiquei pensando mais tarde: O Niten é um dos raros lugares no mundo, onde podemos estudar e aplicar a estratégia com diferentes armas e kamaes desta maneira. Sentindo, levando, acertando...
Como somos sortudos! Domo arigato gozaimashita, Sensei!"
Fugita (Unidade Vila Mariana-templo Nikkyoji)
 

Neste relato, podemos tirar a conclusão de que não existe "a arma mais forte". 
Tudo depende das circunstâncias em que são utilizadas e um, dentre os vários tópicos que fazem parte das "circunstâncias" é a o kamae (posição de guarda) a ser adotado.
Infelizmente, no "xadrez da vida" não nos é concebida uma segunda chance.
O xeque é pra valer e caso não conseguirmos escapar dele, sucumbiremos, fatalmente, no "mate".
Na ânsia de não cair nesta situação é que treinamos o Kenjutsu: o "xadrez" que se joga com corpo e com a mente.
Se refletirmos bem, a vida sempre nos colocará em situações adversas para lutarmos contra armas de todo o tipo (longas, curtas, duas espadas, medias etc.) e kamaes (ataque por baixo, por cima, pelos flancos, esquerda, direita etc.).    



 

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